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segunda-feira, julho 31, 2006

Líbano.

Tem esse massacre todo, essa indignação pela desigualdade entre "oponentes", não, não quero me posicionar, mas é claro que não dá para saber de crianças mortas, famílias, cidades, um suposto resbolá que se encontraria em todos os lugares habitados por civis, e ver Beirute, que na semana retrasada estava inteira, comemorando silenciosamente sua reconstrução após os massacres dos anos 80 e ficar com cara de paisagem. Eu penso na política externa e nas negociações diplomáticas, e nas vendas de armas, e nos eua, e na ONU, que passou a ser o pele dos conflitos internacionais, e me dá uma falta de esperança na humanidade, na vida, uma tristeza que só quem sabe que nada pode fazer sente. Penso nas tragédias pessoais. Penso em fotos. Meu namorado passa pelas feiras de antiguidades e se comove com fotos de família sendo vendidas. Penso nas famílias que largaram tudo em suas casas. Seus álbuns de fotos que agora estão sob escombros. Suas memórias. Nem deu tempo para levar nada, umas mães dizem, elas só pegaram suas crianças. Aquelas que sobreviveram.

::Ângela F.::




domingo, julho 30, 2006

Rementendo ao passado musical ou "a loucura nossa de cada dia".

Bom, mas tem umas gentes que eu fico analisando...
Tem umas cousas que o povo faz aqui, do lado de fora que... sei lá e eu fico assim pensando:
Como classificar a loucura? O que é ser louco de verdade?
Analisa o figurinho desse povo, minha gentein...
Analisa o volume do leque.
Bota o olho na ombreira! Repara o tamanho da ponta do calçado. Saca só a qualidade da musga.
Gentes, modeus! É muito pra minha cabeça!! É muito xilique de luxo, né?
Mas pensando friamente era pra mandar pra pinel, né verdade?
Eles, o Gengis Can e aquele povo do Trio Los Angeles, com certeza.
(Mais euzinha ahasando na camisa de força fúcsia, claro!!)
::Patty::




sábado, julho 29, 2006

Aconteceu que por conta do trabalho fui obrigada a visitar algumas instituições psiquiátricas. Digo obrigada porque isso realmente me assusta. A loucura. A visão espantosa de um paciente psiquiátrico. Embora tenha tido momentos absolutamente geniais e ternos ? como D. ,que partiu uma colher de plástico em mil pedaços e a cada um de nós oferecia um ?pequeno? tesouro. A mim ofereceu um iate pra eu ir até Angra dos Reis e não esqueceu do quepe, claro ? na maior parte do tempo o que pairou foi só tristeza. A alienação está coberta de solidão, de dor, de dúvida, de muito choro, de busca. F. procura por sua alma gêmea através dos tempos. Diz que foi mau e que sabe que não mais nesta vida eles finalmente se encontrarão. Por isso as tentativas de suicídio. A vontade de morrer vem desde os 7 anos, quando o obrigaram a dançar quadrilha com uma menina que simplesmente não era sua alma gêmea. Eles foram o pior casal de toda a quadrilha. Eu fiquei muito triste ouvindo a história dele. Deu vontade de abraçar e consolar, mas eu sinto medo do que o próprio F. definiu como ?o pensamento calado? deles. O que vai por dentro e que ninguém vê. Pouco antes dessa conversa com F. eu havia passado por um daqueles momentos punks que você corre o risco de passar quando se está numa instituição psiquiátrica: B., gerente de banco, havia se ?entregado? para a clínica há 6 dias, depois de ter tido desejos quase incontroláveis de matar a mulher a facadas, e o filho a tiros. Chegou dirigindo seu próprio carro. Perguntou minha idade, disse que eu tinha um sorriso lindo, etc, etc. Na hora do almoço os atores (malditos atores) quiseram comer com os internos pra ?vivenciar melhor a experiência?. Eu adivinhei de primeira que aquilo pra mim não seria possível. O enfermeiro me cedeu um talher de inox ao invés dos talheres de plástico dos internos. B. sentou-se diante de mim e travamos o seguinte diálogo:
B. ? Me dá sua faca.
Eu ? Eu não posso.
B. ? Me dá a tua e fica com a minha.
Eu ? Eu não posso. O máximo que eu posso fazer e pegar pra mim um talher de plástico igual ao seu.
B. ? Então tá. Todo mundo vai ter que comer com talher de plástico.
Depois disso eu fingi dar duas colheradas e fugi quase correndo para o pátio, eu só queria ir pra minha casa. Tem quem se sinta incrivelmente atraído por tudo isso, há mesmo quem ganhe a vida com isso, mas eu não... Eu me senti fascinada por eles, cada um deles, assustadoramente fascinantes. Mas o que me ficou no final das contas foi uma puta tristeza da qual eu levarei dias e dias para me curar. Eu queria sinceramente que eles não fossem tão loucos, eu não queria que eles sofressem tanto... Eu queria que F. encontrasse sua alma gêmea nesta vida mesmo, e que D. fosse ela mesma para Angra, e que B. aquietasse sua alma, e que aquele menino fofo, lindo não ouvisse tantas vozes ao mesmo tempo, eu queria que eles ficassem bem. Porque a loucura pode ser até inspiradora, mas era melhor que não fosse.
Ou não.

Flá




sexta-feira, julho 28, 2006

é. amanhã tem camisa de vênus no circo. sem saber, ontem baixamos Beth Morreu. vcs sabem, Beth nem se mexeu.

leiam no Fridas a educação sensacional que meu filhote tem. e é a mais pura verdade.

doido isso de não ter casa. A gente acaba tendo um monte.

::Ângela F.::




quinta-feira, julho 27, 2006

.Eu teria um desgosto profundo
Se faltasse o Flamengo no mundo :D


.Tô vivendo um lance meio Cape Fear. E sério, tô ficando com medo.

E no balcão Varig...
.Tem vôo hoje? pergunta o cliente smiles

Tem sim. Pro brejo :P

ps. sacanagem, eu mesmo fui e voltei de sp de Varig e ainda dei carona. Quaaase sem problemas. Quer dizer, na volta rolou um atraso. E um trem de pouso quebrado. E um atendente no check in de lente azul que disse que dependendo do problema no freio o avião não iria, já que a pista do Santos Dumont é pequena e a gente poderia cair no mar. Tirando esses detalhezinhos tão pequenos de nós dois, foi tuuuuudo bem :)

::Ângela F.::




terça-feira, julho 25, 2006

escrevi isso aí em 2003. vcs nem eram nascidos, então me copiei:

O tempo demora tempos diferentes. Todo mundo sabe. Uma hora na sala de espera do dentista é uma longa hora. Uma hora na aula de química são 3 dias. Uma hora sem fazer nada gostando de fazer nada num dura o tempo de olhar pro relógio e ver que já tá na hora.

::Ângela F. ele nao vai entender, mas... obrigada, David::




segunda-feira, julho 24, 2006

eu tenho bússula. nao, nao uma dessas que aponta o norte. eu tenho senso de direção. sou praticamente uma mulher gps. e claro, um pendor e tanto para ser patrôa. Tava eu e namorado em sp. ele na direção, eu de mapa na mão. Ele, claro, nem sempre acreditava nas minhas indicações. Até que eu me aborreci. Era pra ter seguido reto. Nada de ter entrado aqui. Dá ré! E eu mandando. Ele coitado, já encolhido, argumenta: tem carro atrás. E eu: ah, mas quem mandou não obedecer? Vai lá. Inventei a cena: diz pros motoristas: olha, minha mulé é uma fera. Uma patrôa. Tá na tpm. Ela tá mandando dar ré. Eu ainda não comi ela hoje. Tenho certeza que eles vão se apiedar e dar ré. Namorado não topou. Deu o retoooorno.

::Ângela F.::




mais uma da série quem lê tanta notícia?

Dunga? Eu li direito?

::Ângela F.::




O sol quente e o mar gostoso da praia de Ipanema do domingo de inverno (?) não curam só a ressaquinha do dia anterior não.

::Ângela F.::




sábado, julho 22, 2006

Pessoas religiosas são bem chatas. (sim, meio óbvio)
Pessoas religiosas não tem desconfiômetro.
Pessoas religiosas adoram fazer cara de Nossa Senhora de gesso.
Elas rezam MUITO!
Elas não tem fome e não dá pra entender...a maioria é ROLIÇA!
Pessoas sádicas e religiosas fazem as moças- mesmo as nada religiosas- cantarem músicas de louvor, batendo palminhas em volta de uma mesa cheia de iguarias às duas da tarde. E eu com apenas um básico pãozinho de sal no bucho desde a manhã.
Deve ser tática. Eu vi Jesus diversas vezes, juro!! Principalmente depois que o cheiro de salgadinho estuprou minhas narinas pela milésima vez.
Pessoas religiosas são más, muito más....
E mim tem mêda!

::Patty::




sexta-feira, julho 21, 2006

sei que é meio cedo, mas ganhei um celular novo ano passado cheio de sacanagens e dei o meu outro para o menino. Tô no trabalho, ele na colônia de férias. o meu telefone toca.
Nome no visor André filhote. Oi, mãe, ouve só a bagunça que ta aqui, que legal.
quer saber? cedo nada :)))

::Ângela F.::




cês viram no jornal de hj que um maluco fez um sei lá cyborg de si mesmo controlável pela web? um robô a cara do mocréio. Pensavamos eu e namorado, porra o cara nao podia reeditar o marlon brando aos 30 anos? o alain delon? sei lá, a madonna. nao, o mocréio fez ele mesmo de novo. avanço da ciência? vai se tratar, né, meu filho.

o fofucho


::Ângela F.::




quinta-feira, julho 20, 2006



Moças, mocinhos, donzelas, rapazes, pessoas, gentes, cerumanos, ets, seres de luz, garotas, garotos, bípedes em geral que residem em Belo Horizonte:

Tá rolando mostra de tapetes do PROJETO FRED
no oitentista e magavilhoso Shopping Quinta Avenida (terceiro piso)

  • Para adquirir um local digno para pousar os pés de manhã...
  • Para ter uma superfície cheia de cor e inspiração na hora dos ataques histéricos tipo "rolamento no chão".
  • Para o rala e rola da noite.
  • Para que seu champanhe carérrimo derramado não encontre o reles chão puro. (Ele merece esse carinho)
  • Para aquela parede desmaiada e desaplaudida.
  • Para pendurar no pescoço naqueles dias em que a gente acorda meio Elke.
  • Dá pra perder?


Acho LUXO, acho mega Glam, acho válido.

Espero todos lá!

::Patty::




seja na terra, seja no mar
vencer, vencer, vencer!

...Flá




O meu maior prazer é vê-lo brilhar.

::Ângela F.::




terça-feira, julho 18, 2006

Quem me conhece sabe que não sou cara-fechada, ao contrário, eu acho que rio até demais. Mas na rua sou um ser emburradinho. Sempre de óculos escuros, passinhos rápidos, não ando flanando nas ruas de paris quando estou no centro do Rio. Sou baixinha, loura, é verdade, mas os cabelos andam presos no horário comercial. Não uso roupas justas, de maneira que, como uma amiga minha lindíssima diz injustamente sobre ela, sou uma pessoa feita para não levar cantadas na rua. Mas elas acontecem.
hoje, no sinal de trânsito da rua méxico. o cara pergunta onde fica a Santa Luzia, eu mostro. e se estudei na Puc. Me dá pânico. Minto. O sinal não abre. vejo na banca de jornais a capa da superinteressante "pode haver um psicopata ao seu lado". Procuro não pensar nisso. O sinal abre. Ele continua. Diz onde trabalha, pergunta onde eu moro - minha cara já devia ser de quem ia chamar a polícia - ele tira um cartão da bolsa, me dá, pergunta onde eu trabalho, eu devo ter gaguejado, ele tem o mesmo nome daquele que foi meu grande amor, eu atravesso a rua e não olho pra trás. Há seguranças no palácio. Graças.

::Ângela F.::




e aconteceu coisa no coração no Mercearia, no Vegas, no Genésio, no Salve Jorge, no desconhecido da Paulista, no café bom, na Augusta fim de linha, na tarde da liberdade, na noite da vila madalena, na tarde da vila madalena, no papo das amigas que me esclareceram que o nosso maior hiato carioca em relação aos paulista não se relaciona com a vontade de trabalhar, na noite que passei em uma casa que não é minha, na cidade que tampouco é, e feliz estava ali, de saber que eu inteira estava lá. Peguei atraso da Varig, mas queimei milhas antes que tudo se acabe, meu gps paulista funcionou, e teve gargalhada dessas de fazer doer o estômago, teve engarrafamento, teve a pergunta e agora fazer o quê com tudo isso que está acontecendo? e teve minha melhor resposta: nada. assim tá bom.

::Ângela F.::




Aconteceu uma coisa no meu coração. E eu nem precisei ir na Ipiranga com a Avenida São João.

::Ângela F.::




domingo, julho 16, 2006

Quero todo mundo comprando a revista Ele Ela deste mês!
Não, não é pra ver mulé pelada.
Tem três ilustras minhas sobre "micos" séquiçuais.
Vale ir ao jornaleiro fantasiado de bofe pra não passar vergonha, tá?
Capricha no bigodon!

::Patty::





Nossas musas e amigas andam arrasando o Brasil em chamas!
Parabéns demais para elas!

::Patty::




quarta-feira, julho 12, 2006

.eu sou maluca. mas sei que sou, me trato e tudo. mas na boa, maluco é quem me diz que não é feliz. E batalha pra não sê-lo.

.eu sou maluca, mas sou capaz de mudar de idéias. Então, diante da composição dos closets das minhas calégas, acabo de comprar uma calça verde fause haten de seda. uau total.

::Ângela F.::




terça-feira, julho 11, 2006

e eu li num blog português que eles estão revoltados, se dizendo roubados no jogo contra a alemanha só porque o pib deles é pequeno. alguma mulher aí pode atestar se isso é verdade? o pib dos portugueses é pequeno mermo?

...Flá




segunda-feira, julho 10, 2006

e quer saber? eu acho que o zizou foi é muito macho no lance da cabeçada. copa é o caraio. falou da irmã, leva porrada. e zé fini.

...Flá




ando tão apaixonada que hj perdi a estação do metrô.

::Ângela F.::




Filho sente falta do ex. e eu, massacrada pela culpa. "mãe, eu gostava dele, era como um irmão para mim". IRMÃO? Tchau, culpa, tchau!

update: o atual foi aprovado pelo menino.

::Ângela F.::




uél, meu closet tb não tem essa neurose de roupa repetida, naum. mas tb não tem esse festival de cores e cetins, naum. ele é básico. básico e chic, como alguém que eu conheço, hohoho. uns 4 jeans (dentre eles 2 bons e 2 fueda-se), muito verde músculo que me cai muito bem, pretos, brancos, cáquis, umas coisas vermelhas, outras estampadas, uns belos vestidos, tem até um da minnie, um monte de camiseta molinha que eu amo, calça de veludo tem pra carai que eu sou viciada. não sou uma imelda, definitivamente, minha tara é outra. tem tb saia de todo tipo, mini, no joelho, na canela, lisa, estampada, listradinha, e o top 10 da estação é um sobretudinho recém adquirido de veludim preto com forro pink. lindo demaissss! e acessórios. vários. porque os recursos estão aí pra serem usados, né não? yeah.

...Flá




sábado, julho 08, 2006

Meu closet (ui) não possui nenhum par de peças gêmalas. Possuo UMA camisa branca. O resto é uma porção de peças vintage de brechó, camisetas de estilistas modernetes e designers compradas na promoção, peças divertidas garimpadas na bacia das almas do baixo Belô, scarpins coloridos, casacos com cores chegay, muita estampa de oncinha, cintos coloridos meio glam rock, bolsas antiguinhas e outras feitas por amigos (ganhei uma preta básica mas quando saio com ela me sinto a suuuper senhoura) e calcinhas várias. Nem elas são gêmalas umas das outras. Algumas tem aplique de lantejoulas e plumas. Praticamente o armário do falecido Bornay ou daquela rebolativa chacrete. : ))


::Patty::




quinta-feira, julho 06, 2006

Eu compro roupa igual. peço as vezes duas calças iguaizinhas, mesmo sob o olhar estranho da vendedora. all star branco de couro quando o véio tá véio demais. na época do topsider de camurça da company, a mesmíssima política. dezenas de camisas brancas. talvez na casa de centenas de camisetas pretas com mangas 3/4. jeans idênticos. uma ou outra estampa da totem, usadas com moderação. botas pretas, são 5. Sapatos pretos, nem sei. sandálias baixas vermelhas ou cor de pé tb não faço idéia. Bolsas quase sempre pretas. unhas vermelhas nas mãos e nos pés. o namorado outro dia chamou de neurose.

::Ângela F.::




terça-feira, julho 04, 2006

coisas que parecem chocantes, mas eu digo por mim:
a gente gosta de homem que fuma. Gosta de uma barriga. sem exagero, mas gosta. detesta não ser ouvida, gosta de elogio. adora ser lembrada, odeia ser oprimida, gosta de comida boa, gosta de bom humor, não gostamos de ser tratadas como um amigo seu, amamos acordar em conchinha, detestamos o braço por debaixo do pescoço, é muito melhor quando vcs se vestem direito, quando tem o português exato, se sabem fazer contas, então, nos casamos com vcs, detestamos bagunça compulsiva, e com toda a força do universo não suportamos tatibitatis.

ah, sim, outro dia acordo na casa do querido, e ouço um vc ainda me ama? eu, que durmo de máscara anti claridade pq tenho fotofobia, respondo com outra pergunta cretina: quem é?

::Ângela F.::




* A melhor partida do Brasil:
A partida de volta para casa, com certeza.
* Eu nunca acreditei nessa seleção e nem sofri muito por causa desse bando de hômi besta e arrogante. Não vi poesia, não vi vontade, não vi humildade. Só muito ego inflado.
Vide a cara de bunda do Roberto Carlos pro povo depois da partida.
*Juro por tudo que achava uma antipatia aquele punhado de propaganda com a cara dos ronaldos e cia. Me deu um incômodo, um troço, sei lá.
* Bem feito pra gente, bando de baba ovo de jogadô vendido.
* Perder é phoda. Mas perder merecido e antes da semi final é osso, hein?
* Ganhar daquele timim só de 1x0? Desculpa aê mas a França também não tá com essa bola toda não!
* Mais phoda ainda é perceber que até uma leiga e analfabeta futebolística como eu percebeu tanta jogada ruim, êita! : ))

::Patty::




segunda-feira, julho 03, 2006

O que preciso falar não cabem em um email, em um post. Não cabem em textos. Não cabem em palavras. Há de haver outras linguagens para que eu possa expressar tudo que ficou para ser dito com todas as maneiras de se comunicar que podemos usar. Os abraços, as lágrimas, as mãos, a boca, os olhos, as pernas enroscadas, o tapa na mesa, o sorriso.

::Ângela F.::




domingo, julho 02, 2006

O blog do Nelson rodrigues

Cretino.

"Descobri o cretino fundamental no futebol. Ele é aquele que não tem orgulho do seu país ter ganho 3 vezes no futebol. Tem brasileiro apenas escrito em seu passaporte. Em todo lugar tem esse tipo de pessoa. Mulheres traem homens porque eles são cretinos fundamentais. O adultério é uma vingança da mulher."

ah, sim, por favor, vão lá na Mary W ver o anuncio da Quilmes. Eu chorei. Um lance veias abertas da América Latina.

::Ângela F.::




sábado, julho 01, 2006

Então é Felipão! No vamos nos entregaaaar fácil assim naaaao!
e
tava eu no Odeon. Maracana carioca lotado gritando cicinhooooo, robinhoooo, pooorraaaaa. e lá o cara do ixpotivê puxando o saco dos franceses. e um vagabundo grita: é. E eles sabem tb escolher vinho. pôta merda. so bebendo. e muito.

Taquei aqui a música da Copa, Tô tristão, dos cassetas

::Ângela F.::