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quarta-feira, maio 31, 2006

Caro (a) leitor(a)
Depois de um longo e estressante dia de trabalho, o que te faz sorrir apesar de tudo? Para você nada melhor que:

______________________________________________________________


::Patty::




A flá só pensa nisso, que nojo, éca. pára, garouta, viaja em paz :)

Eu li no jornal que o julgamento da suzane será transmitido pela TV. E aí, vcs preferem na voz do galvão bueno, do datena ou do faustão? Ai, esse circo...

Eu tenho tido saudades do meu mau humor. Mas meu antimalucogênico (copyright Escarlates) não deixa mais. Eu rio o dia todo. Virei uma besta completa. Era só mezzo.

Meu filho começou no tênis. O esporte mais chato de todos os tempo, na miiinha opinião, bien sür. Raquetes, bolinhas, daqui a pouco camisas pólo. QQ dia eu matriculo na hípica também. tênis, moleque? que coisa mais bestaaaaaaa. But.

::Ângela F.::




terça-feira, maio 30, 2006

Tava eu lá, pedalando, toda feliz da vida. A pessoa passa debaixo de um viaduto de uns sei lá, 3 metros. E se abaixa. Hm, mando eu: ué, tu tá casado?

rararararara

ele tb demorou a pegar, mas quando entendeu, teve que parar pra rir.

::Ângela F.::




semana que vem lá vou para a estranha cidade eqüidistante do atlantico e pacifico ver o pôr do sol e beber no beirute. e claro. ninguém vai pra lá a passeio. uél, só meu ex namorado, rarara.

::Ângela F.::




O meu coração quente nos dias quase frios do Rio me faz matar o trabalho dois dias, andar de bicicleta no Aterro, fazer compras por impulso, eu, logo eu!, passar frio e chuva e acabar se escondendo no cinema, o trabalho não me espera, ai, mas esse é o tempo que o tempo leva, e ter dois sábados no Rio de Janeiro de maio a gente não pode dispensar assim, vai que algo dê errado - não com o meu coração, que desse medo eu não padeço, os meus são outros, ah, bem diferentes, e talvez essa falta de medo tenha me dado esse coração quente que hoje corre corrida com pressa atrás do trabalho porque nesses dias ele mandou em mim e fez como na música do anúncio que eu adorava que gritava que o bom do verão é dormir até acordar, almoço na hora do jantar!
E se eu juro? Preferia não ter que fazê-lo, mas eu digo sim, o que mais dizer?

::Ângela F.::




segunda-feira, maio 29, 2006

eu não tenho nada pra falar, mas esse papo de cocô me interessou. meus pudores caminham junto com a boa educação e eu acho que a questão é toda essa: nós, mulheres, somos mais bem educadas, mais finas, mais delicadas. Mesmo que saia aquela trolha enorme, fedorenta e poderosa de dentro da gente quinem sai deles, isso não é motivo pra não se trancar a porta, dar descarga até o fim, deixar um cheirnho de lavanda por sobre o fedô, fechar a porta ao sair, impedir que alguém entre pelos próximos 5 minutos, é assim que se faz! E esse despudor masculino nada mais é, ao meu ver, que pura herança da caverna. Aleás, eu tenho cá pra mim que foi uma mulher, lá na 1 comunidade cavernal, quem cavou o 1o buraquinho e fincou as 4 1as paredes em volta. É isso. Porque fazer cocô, eu faço. Faço mermo. Nada me impede, eu sempre dou um jeito. Na 1 a viagem com o homem eu ia naqueles banheiros pagos de Paris enquanto ele fazia lá, no banheiro minúsculo de nosso minúsculo quarto. Lá mesmo eu falei: que fedô! Me poupe! Toma uma lavanda e disfarça, seu nojento! Cocô é private. Cada um com seu cada um. É claro que às vezes vc faz um incrível que chega dá vontade de tirar uma foto, mas létis poupe auerselvis, falou? Eu não quero ficar ouvindo seus peidos não, ô vaca! Sai pra lá. love u. Trarei presentes da América para todos. Volto no 1o jogo de nossa mui amada pátria. Vamo vê no que vai dá.

...Flá




Foi bão ver amigas e amigos tomando cachaça, neam, meninos e meninas?

::Ângela F., ainda sem voz::




quinta-feira, maio 25, 2006

Ó, é papo brabo, escatológico. mas alguém tem que falar nisso.
tava eu na reunião de pauta no jornal que eu colaboro. pauta?
prisão de ventre.
passadas as piadas com as rebeliões paulistas (dããã), o assunto só foi apaixonadamente discutido pelas mulheres da mesa. Os homens, ali, coitados, sem entender o que é o 46 do almeida prado, o sene, as barrinhas de cereal, a linhaça.
No que eu, na condição de mãe, levantei o assunto. É, mas nossos meninos peidam em público, acham papo de cocô legal. Nós, meninas, morreeeeemos de vergonha do cocô. Uma delas confessou que naquele dia mesmo havia saído de um banheiro onde boiava lá na privada um belíssimo exemplar, desses que não desce mesmo com 10 descargas. Saiu do banheiro encabulada e fez o quê? Se desculpou para a próxima que iria entrar "olha, não fui eu que fiz".
Meninas, eu já fiz isso mil vezes, com uma cara em pânico "ih, tá imundo, se eu fosse vc nem ia". Pois é.

Temos vergonha de cocô, mesmo quando não é nosso.

Nós, mulheres somos umas loucas e reprimidas. Viramos com isso peça de humor com a promoção do iogurte - vcs sabem qual ;P

::Ângela F.::




é o seguinte: carioca é feito de açucar.
E a música da gaúcha-dor-de-cotovelo tá errada. Não é que a gente não goste de dia nublado. A gente DETESTA. E detesta mais ainda quando chove. Não é só pq o trânsito fica um horror, a guerra dos guarda chuvas se instala nas calçadas, ou a escova do cabelo se vai e tudo encolhe. Não é pq buracos surgem no leblon e no humaitá, e nem porque a meia fica molhadinha no pé e a barra da calça cheia de laminha. Essa cidade é bonita DEMAIS pra aturar isso. E nós, cariocas, que somos feitos de açúcar, temos um medo de cascão de chuva.

::Ângela F., dando graças ao céu abrindo.::




somewhere i have never travelled

somewhere i have never travelled, gladly beyond
any experience, your eyes have their silence:
in your most frail gesture are things which enclose me,
or which i cannot touch because they are too near

your slightest look easily will unclose me
though i have closed myself as fingers,
you open always petal by petal myself as Spring opens
(touching skilfully, mysteriously) her first rose

or if your wish be to close me, i and
my life will shut very beautifully, suddenly,
as when the heart of this flower imagines
the snow carefully everywhere descending;

nothing which we are to perceive in this world equals
the power of your intense fragility: whose texture
compels me with the colour of its countries,
rendering death and forever with each breathing

(i do not know what it is about you that closes
and opens; only something in me understands
the voice of your eyes is deeper than all roses)
nobody, not even the rain, has such small hands

-- e. e. cummings

E copiando a Fal, que copiou da Bula Bula

O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada. O tempo apenas tira o incurável do centro das atenções.

::Ângela F.::




quarta-feira, maio 24, 2006

.Meu polvo e minha polva, as Duas Fridas farão festa de aniversário do Blog! Um luxo. Escrevam para o emal delas duasfridas@gmail.com e saibam os detalhes do evento.

.vida louca vida:
Eu: E aí, como anda seu teste hiv? Pessoa: ah, ta beleza, deu negativo. Eu: Sim, há quanto tempo? P: hm, uns dois anos. Eu: Pô, mas nesse tempo passou boi, passou boiada... P: Não, boi, não, só vacas. Rarararara.

.Eu estou decidida a escrever um manual sobre mulher solteira com mais de 30 com filhos. Caras, muitos mitos de revista Nova irão cair, viu?

::Ângela F.::




terça-feira, maio 23, 2006

Paixão, tapetes e um pouco de brinquedo.

Um adulto que "brinca" é taxado de louco, pff!
Qual seria o significado da maturidade?
A significância alheia eu não sei.
A minha "adultice" é cor-de-rosa e cor-de-fogo
Tenta ser garatuja
Vê a vida com paixão...
Tá, tem hora que chora e sente tristeza. Tem hora que quer morrer.
Aí, se ganha um afago, palavra que aquece
Ri... logo esquece.
Minha idade assiste e compreende a dor alheia com sinceridade
E tem um armário cheio de roupas para boneca grande.
Mostra, o tempo todo, que com um pouco de cor, textura, amor, brincadeira e dedicação, ser adulto fica mais bacana, mais gostoso e mais fácil...
Assim, menos solidão...


* Brincar é minha condição fundamental para ser séria"

* "Brincar nunca termina".
C. L.

* Minha brincadeira
é séria
minha seriedade

é de brincadeira

Estrela Leminsky
( conheci seu mundo pelas mãos de meu amigo Pirata Z...e adorei)

::Patty::




"Esse país é um verdadeiro matadouro para uma pessoa fina"

a-d-o-r-o!

::Patty::




sexta-feira, maio 19, 2006

Dia 20 de maio não é qualquer diazinho não. É o dia que ela, ela, ela, Flá, comemora sua chegada no mundo. Que antes desse evento, na buena, tinha moooito menos glamour, beleza, humor, gostosura, maldadinhas, delicinhas, coisas que só essa mulher soube como rechear nossas vidas, gente sortuda que dá uns pegas nessa deusa :)

Feliz aniversário, queridíssima.

::Ângela F.::




Mãe, não quero ir para a escola hoje!
Por que, filho?
Todos os alunos me odeiam, e eu odeio eles também!
Vc tem que ir, filho. Por dois motivos: vc tem 45 anos e é o diretor da escola.

rararararara

::Ângela F., pegando a piada d`a cura de Schopenhauer, q num é nenhuma obra prima, mas é bacaninha::




quinta-feira, maio 18, 2006

Eu leio O Globo. Leio na internet umas outras paradas, mas o jornal que me acorda é o do falecido dotô robertu. Várias coisas me incomodam e muito, até por ter trabalhado lá, e enfim, já falei disso, fazer lingüiça é um processo mais limpinho e fofo. blablabla.
Mas enfim. Tô eu lá lendo sobre Cannes. Claro, queria saber de vestidos. rerere. Não, sério. queria saber do que o Brasil levou pra mostrar, que filmes vao bombar pra baixar, enfim, essas coisas.
E aí, tcharam! O jornal e seu crítico (parenteses. críticos de cinema, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh, pronto, passou) só falam do Código da Vinci. Mal, falam mal, falam do "silêncio e de uma gargalhada que o filme suscitou na platéia de críticos". Ou seja, o filme já é um sucesso das massas. (eu provavelmente não vou ver, mas isso nao importa agora)
Eu queria entender esses mecanismos. São várias loucuras aqui. Nenguim pra falar mal, ocupa as páginas inteiras. Arrã. E por que diabos a vox populi não é a voz dos bonequinhos?

::Ângela F.::




Caaaras, que péssimo ter espinhas na cara a esta altura do campeonatoooooo.

::Ângela F., subitamente adolescente::




quarta-feira, maio 17, 2006

Copiando a Fal, para tantas neuroses, tão pouco tempo (de terapia). rararara.

Ou como escreveu o outro, para tão grande amor, tão curta a vida. Ou na minha versão, para tantos amores, tão pouca vida, meu deus.

Descobri - só esses dias, vejam vcs, que anta sou eu - que opressão não é amor. Não é prova de amor, não é nada além de pura simples e detestável opressão. Quando vc sai de uma relação que contou com esse elemento - eu já fui vítima e mas também já fui algoz no passado, confesso - só sobra isso na lembrança.
E o ar, que então era rarefeito, começa a ser abundante, o tempo, espremido, passa a ter outros significados, o telefone, que eu temia, passou a ser meu amigo, e até os amigos voltam a ser seus amigos.

Freeeedooooooom!

::Ângela F.::




terça-feira, maio 16, 2006

A palavra catada no google virou um blog estranho e interessantíssimo.


::Patty::




Em compensação passei e fiquei petrificada!
E muito bege!
Me amassa que eu tô passada!
KKKKKKKK!!

::Patty::




Passei e fiquei encantada!
Tudo culpa de Clarice, claro!
Catei.

"PRECISA-SE"

Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la. Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais. Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar. P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilarecerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar.

Clarice Lispector

::Patty::




segunda-feira, maio 15, 2006

Pra rir um pouco
Tinha aquele meu tio e seu vocabulário exótico:

Pia de granizo
No tempo dos dinossauvios
Minha mãe botava carta e era uma grande média
O pessoal comprou umas glândulas de madeira para a loja
Eu adoro mesmo é piutes de presunto
Botaram uns tabules enormes na porta do prédio
A menina tava com um tauper minúsculo
Seje feliz, minha filha! Avoa barbuleta!
Tem uns home que tem dificulidade de fartá com o respeito com as esposa. (tradução: o tal homem precisa de um viagra básico)
Só sei que me deu um baita dum enfarninzim nas parte...
(tradução: rolou uma coceira danada nas partes baixas)

Pra chorar bastante
(ou concordando com Cora Ronai)

Todos estão apavorados -- eu também, assim como qualquer pessoa de bom senso. Andam falando em terrorismo; mas terrorismo é outra coisa. Terroristas, por definição, têm um objetivo, ao passo que é difícil perceber qualquer objetivo na ação dos criminosos em São Paulo, exceto tocar um terror geral -- mas tirando o fato de que a palavra terrorismo vem de terror, as coisas me parecem diferentes. Acho, aliás, que isso é o mais assustador: um não sei quê, que vem não sei como e mata não sei por que.
* * *
::Patty::




Acabei de voltar de dias em Recife. E ri muito. Ri com o sujeito que definiu as maiores ameaças ao patrimônio histórico e artistico brasileiro: água, cupim e padre. rarara.
Um outro diz que é melhor não sair dizendo que é de Pernambucano, pq pode parecer muita arrogância, é melhor deixar os outros pensando que vc eh uma pessoa como qualquer outra. rarararara.
O menino pernambucano refaz Sampa com a letra "que paulista só gooooosta de reuniaaaao, que lá não tem praia e bate sol naaaaaaaaaao". rarararararara.
volto e quando me dou conta, estou no mercado de peixe de Niterói, rindo muito, no Kalessa, sorrindo mais ainda, vendo Edukatores e me apaixonando - tardiamente, mas perdidamente - pelo filme.

Tenho estado feliz.

Flá e Patty, tenho um monte de coisa igual,
conosco ninguém podosco!
Rá!

::Ângela F.::




sábado, maio 13, 2006

Pocket Patty, o começo.

Eu tenho um fraco pelo Fábio Júnior e pelo Magal !

::Patty::




quinta-feira, maio 11, 2006

eu acordo de mau humor
eu tenho acesso de raiva
eu sou ciumenta e possessiva
eu não pertenço a partido nenhum
eu não gosto de partido nenhum
eu solto uns puns bem fedorentos
e uns arrotos altíssimos
eu acho o presidente um fracasso
o venezuelano o fim
e o boliviano um féla
eu não como chiclete
eu não acho toda criança bonita
nem fofa
eu não deixo os bichos dormirem na minha cama
nem os filhos
eu detesto auto-ajuda
e conselhos
eu não faço ioga
nem meditação
eu como foie gras
eu brigo no trânsito
eu fumo
bebo
e falo palavrão
eu rôo a unha
eu sou alopata de carteirinha
eu não acredito em duendes
eu não gosto de incenso
eu adoro a disney
eu assisto comédia romântica e choro
eu leio os danielle steel da minha vó escondido
eu não concordo com o sistema de cotas
eu não gosto de ópera
eu detesto tofu
eu não tenho paciência
eu li FY e gostei
eu tenho um fraco pelo Fabio Jr
eu praguejo
e amaldiçôo
eu não vivo sem coca cola
eu adoro um reality show
eu morro de rir quando o marido fala coisas do tipo ?eu tenho vontade de dar um bico na boceta daquela velha nojenta?
eu detesto chá
eu acho esses muçulmanos uns loucos
e os israelenses idem
eu não abraço causa nenhuma
eu não sou feminista
eu atirei o pau no gato e a dona chica admirou-se
eu não como soja
eu não tomo suco
i love NY
eu tenho chulé
eu não sou bailarina.

...Flá




terça-feira, maio 09, 2006

eu adoro o youtube, mas sinceramente, depois que conheci o
Moo Tube
que colocou câmeras em vacas para acompanharmos o cotidiano - animadiiiissimo delas -eu troquei de site favorito.

Moooooooo!

::Ângela F.::




Encantar v.t. 1. Lançar encantamento ou magia sobre; enfeitiçar. 2. Transformar supostamente (um ser) em outro, por artes mágicas. 3. Cativar. 4. Deliciar. P. 5. Maravilhar-se, extasiar-se. 6. Transformar-se supostamente em outro ser, por artes mágicas.

:)

Êxtase

[Do gr. ékstasis, pelo lat. tard. ecstase, exstase, extase.]

S. m.

1. Arrebatamento íntimo; enlevo, arroubo, encanto.

2. Admiração de coisas sobrenaturais; pasmo, assombro.

3. Psiq. Fenômeno observado na histeria e nos delírios místicos, e que consiste em sentimento profundo e indizível que aparenta corresponder a enorme alegria, mas que é mesclado de certa angústia: fica o paciente quase de todo imobilizado, parecendo haver perdido qualquer contato com o mundo exterior.



::Ângela F.::




*
"Por que as pessoas escrevem? Já me fiz tantas vezes esta pergunta que hoje posso responde-la com a maior facilidade. Elas escrevem para criar um mundo no qual possam viver. Nunca consegui viver nos mundos que me foram oferecidos: o dos meus pais, o mundo da guerra, o da política. Tive de criar o meu, como se cria um determinado clima, um país, uma atmosfera onde eu pudesse respirar, dominar e me recriar a cada vez que a vida me destruísse. Esta é a razão de toda obra de arte.?
Anais Nin, sempre ajudando a entender o meu processo criativo.

*
para que tanta
onipresença?
tantos rastros?
vontade:
um dia serei aquela agulha enfiada no mais farto dos palheiros!

::Patty::




segunda-feira, maio 08, 2006

Eu sou o melhor surfista da minha rua.

::Patty::




sábado, maio 06, 2006

Atenção, pessoas!
Criei uma conta no blogger e adicionei-a à lista de membras deste blog.
A partir de agora postarei usando esta conta.
Não é para estranhar o nome diferente no painel de postagem.
E agora possuo um consultor para assuntos bloguísticos, ra ra ra.
::Patty::




sexta-feira, maio 05, 2006

A amiga separada enfim arruma um namorado bacana depois de hordas de loucos, drogados, bêbados, meninotes de pinto pequeno, o inferno na terra. O cara é esportista, gostou da filha dela, tem uma certa grana, tudo certo, a não ser que... ele fala tatibitate nos seus momentos amorosos. Quer coisa mais podre do que homem falando tatibitate? Aliás, qualquer ser humano. Até criança tatibitate me irrita mas homem... Deus meu, é pra morrer. Ou matar. Eu já tive um assim. Dançou logo pela manhã quando me acordou ao som de " tá na hora de acordar, não espere o tutu mandar". Só de lembrar já sinto me subir um engulho mortal pelas vias intestinais.
Ou o sujeito é macho, ou não é. E pra cima de mim ( literalmente, hohoho), só falando grosso. uia.

E o filho fofo resolveu ser pintor. Disse que ficou fascinado com a expo da 3a série sobre arte. Perguntei de quais pintores ele havia gostado mais. E ele:
"Monet, Manet, Rembrandt, Da Vinci e Pablo Van Gogh."
Fooooooooooooooooooooooooooooofo!

Conversando com mais duas Flávias chegamos a seguinte conclusão:
- a classe c nos chama de frávia ou falvia
- a classe b, de fátima
- a classe a, de claudia
Qual é a dificuldade afinal, meu povo? É Flávia, caraio! Fátima é a mãe e Claudia é a avó! Mas nada se compara à uma babá que as crianças tiveram que só me chamava de Dona Fralda. Eu mereço.

E hoje na 1a consulta com o novo médico, a enfermeira reconhece meu sobrenome e pergunta se eu sou parente do Dr. Luiz. Digo que sim, trata-se do meu avô. Aí pronto. Ela emocionadíssima diz que nunca viu médico igual à ele, que fazia mulher ter filho quando nem se sonhava com tratamentos de fertilidade, que era uma pessoa boníssima, cheirosíssimo e ainda por cima a cara do Brando. Eu fiquei pensando cá comigo, entre orgulhosa e emocionada: o velho deve ter comido ela. Porque depois que ele teve um derrame, dessas coisas que ninguém explica, ele se tornou outra pessoa. Se antes era aquele vô médico, cara de durão, pouco riso, que me causava um certo enorme terror, depois virou uma das pessoas mais engraçadas do mundo. Tinha insônia e botava a gente pra declamar Neruda às 3 da manhã, agradecendo o fato da juventude ir dormir tão tarde. Mal sabia ele que nós, os primos, estávamos era moooito loucos, hehehe. E numa dessas noites ele revelou que havia dado algumas várias puladas de cerca. Que plantão era difícil de aguentar sem a companhia de uma bela enfermeira. Olhei para o rosto já envelhecido de Icléa, a enfermeira de hoje, e vi que na juventude ela deve ter sido uma bela mulher. Vovô, é praticamente certo, comeu Icléa. Que coisa.

...Flá




quarta-feira, maio 03, 2006

Minha vida agora é passear de busão.
Agora vou a lugares perto de Belo Horizonte que nunca sonhei conhecer. Vou ensinar o "polvo", cês sabem.
Rio Acima, Raposos, Jardim Canadá, Barreiro de baixo e de cima, Bairro das indústrias, Sarzedo, e por aí vai.
Me espanta o grande número de mulheres grávidas e bebês nestes lugares. Outro dia parei pra contar e foram quinze barrigudas apenas em uma rua. No posto de saúde tinha uma moça de 22 anos e já no terceiro filho. (de homens diferentes segundo ela)
Fiquei meio com vergonha.
Percebi que minha vidinha meio reclamona tá muito é boa.
É, minha filha! Finalmente saiste da redoma de cristal para encarar a cruel realidade.

::Patty::




Quem foi que inventou o torcicolo??
Com certeza o TINHOSO!
E ainda passa aquele amigo e canta:

"Pode quebrar o pescocinho pro lado, vai vai vai! Faz carinha de quem tá gostando demais"

* PIDÊITE!!!
Aí procurei no google mais infos. Tem até simpatia, hilário! :

:: SIMPATIA 01 ::
Quem estiver com o pescoço duro (torcicolo) embrulhe-o com a meia da esposa se for homem e com a meia do marido se é mulher. Cura na hora. As meias devem ser já usadas para a simpatia produzir efeito.

Comentário: caraca, você passa mal com o cheiro e esquece a dor, só pode!

:: SIMPATIA 02 ::
Um canhoto deve virar a cabeça do doente de torcicolo aos pouquinhos até o queixo quase encontrar o ombro, de um lado e do outro, por três vezes.

Comentário: aí você entra em coma de tanta dor durante dois dias e acorda bom, né?

:: SIMPATIA 03 ::
Fazer cruzes com um gesto da mão, dizendo, três vezes:
"Que é que eu curo?
Torcicolo, responde o doente."
Risca-se de leve, sem ferir, o pescoço do doente em cruz com a ponta de uma faca.


Comentário: imagina se seu marido ou sua mãe te pegam fazendo isso? Parece cena do exorcista, ô loca!
Vai arriscar, minha filha?



::Patty::




Li no Blowg que ela caiu no vão do metrô.
Eu temo o vão do metrô.
E tem outra coisa, eu não gosto de ficar ali, perto da faixa amarela, dando bobeira. Vai que alguém cai lá atrás e rola um efeito dominó e thun, lá tô eu no buraco. Creeedo.
E tenho outro medo, esse mais inexplicável, but. De simplesmente um maluco chegar e pá. Te empurrar. Eu as vezes olho pras pessoas que ficam aqui na cinelândia - minha nova estacao default - sacando quem seria capaz de fazer isso. Caaaaras, eu vejo muitas possibilidades, que medão que dá.

::Angela F.::




terça-feira, maio 02, 2006

não dá, na boa, pra competir no humor com o casal Garotinho. Esses caras são muuuito piada pronta. e piada ruim. Muito ruim. Tentei achar graca, mas quando lembro que eles de fato sao governadores e candidatos de um dos maiores partidos do Brasil para a presidencia, pensei melhor. Dá pra rir não.

::Angela F., de pessimo humor com esse papo todo::




segunda-feira, maio 01, 2006

Entre ela e Eduardo o ar tinha gosto de sábado.

De Clarice L.
::Patty::




* Voltou, ufa!
* Apaguei um post.
O segredo da felicidade é ter a memória fraca e o "delete" sempre ativo.
::Patty::